
Anuncie Aqui
Espaço publicitário disponível
Maricá reforça defesa dos royalties do petróleo em debate sobre pacto federativo no RJ
Município participa de encontro com especialistas e alerta para riscos de mudanças na distribuição dos recursos analisadas pelo STF
A Prefeitura de Maricá marcou presença, na última segunda-feira (27/04), no debate “Segunda de Alto Nível”, organizado pela Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia. O evento reuniu especialistas e gestores públicos para discutir os efeitos da redistribuição dos royalties do petróleo e a segurança jurídica no Estado do Rio de Janeiro.
Com arrecadação que ultrapassa R$ 3,9 bilhões em royalties e participações especiais em 2025, Maricá ocupa posição relevante no debate. O município tem defendido o uso estratégico desses recursos, priorizando o desenvolvimento econômico sustentável no cenário pós-royalties e a manutenção de programas sociais.
De acordo com o secretário de Planejamento, Contabilidade e Finanças, Joab Santana de Carvalho, o encontro foi fundamental para fortalecer a articulação entre estados e municípios. Ele ressaltou que a preservação dessas receitas é essencial para garantir investimentos contínuos em áreas como saúde, educação, mobilidade urbana, assistência social e crescimento econômico.
A controladora-geral do município, Cinthia Madeira, destacou que mudanças nas regras podem trazer prejuízos diretos à população. Segundo ela, a manutenção dos critérios atuais é indispensável para assegurar estabilidade jurídica, respeito ao pacto federativo e continuidade dos serviços públicos.
Durante as discussões, foi abordada a Lei 12.734/2012, que modificou a divisão dos royalties e das participações especiais do petróleo. A legislação reduziu a parcela destinada aos estados e municípios produtores, ampliando a distribuição para outras regiões do país com o objetivo de descentralizar os recursos.
O tema está sob análise do Supremo Tribunal Federal, por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917, que questiona a constitucionalidade das alterações. Em 2013, a Corte concedeu uma liminar suspendendo trechos da lei, mantendo temporariamente as regras anteriores para evitar perdas financeiras imediatas aos entes produtores.
A discussão segue sendo considerada estratégica para cidades como Maricá, que dependem dos royalties do petróleo para financiar políticas públicas e planejar o desenvolvimento econômico de longo prazo.
A discussão segue sendo considerada estratégica para cidades como Maricá, que dependem dos royalties do petróleo para financiar políticas públicas e planejar o desenvolvimento econômico de longo prazo.
A controladora-geral do município, Cinthia Madeira, destacou que mudanças nas regras podem trazer prejuízos diretos à população. Segundo ela, a manutenção dos critérios atuais é indispensável para assegurar estabilidade jurídica, respeito ao pacto federativo e continuidade dos serviços públicos.
Durante as discussões, foi abordada a Lei 12.734/2012, que modificou a divisão dos royalties e das participações especiais do petróleo. A legislação reduziu a parcela destinada aos estados e municípios produtores, ampliando a distribuição para outras regiões do país com o objetivo de descentralizar os recursos.
O tema está sob análise do Supremo Tribunal Federal, por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917, que questiona a constitucionalidade das alterações. Em 2013, a Corte concedeu uma liminar suspendendo trechos da lei, mantendo temporariamente as regras anteriores para evitar perdas financeiras imediatas aos entes produtores.
Anuncie Aqui
Espaço publicitário disponível
Anuncie Aqui
Espaço publicitário disponível